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Gata em teto de zinco quente Mais um relato do meu livro... MÁSCARA
No antigo teatro grego, os atores antes de entrar em cena, pregavam ao rosto uma máscara que representava pela expressão e desenho, o que o papel de cada um deles iria mostrar. Uma das mil qualidades do ator está nas mutações sensíveis de seu rosto. Mas ao usar a máscara, as esconde. Usar uma máscara talvez seja uma forma de esconder a dor da alma. As crianças que têm um rosto puro, à medida que vão crescendo e vivendo fabricam a própria máscara. Já adultos, sabemos que facilmente teremos que representar diversos papéis. Isso pode ser amedrontador. É terrível a liberdade de não sermos nós mesmos. Podemos escolher máscaras. Passamos boa parte da vida escolhendo e experimentando máscaras. Sou atriz, mas não cheguei a pertencer ao teatro grego. Não cheguei a usar máscaras cênicas. Mas percebo o uso de máscaras reais em todos a minha volta, inclusive em mim, em alguns momentos. Enfim, o homem adulto encontra a sua máscara. Aquela favorita que escolheu para representar-se e representar o mundo. O corpo ganha firmeza, a cabeça ergue-se. Agora este homem é uma pessoa e tem uma máscara! Pode sair nas ruas, comprar um carro, uma casa ou um maço de cigarros. Pode escolher uma moça, casar e construir uma linda família. O mais humilhante vem agora. Depois de anos de grande sucesso com sua máscara, de repente, por causa de olhar ou uma palavra certeira e bendita, o homem se olha no espelho. O rosto está nu. A máscara da vida, como se descolasse em pedaços amassados, caiu. O rosto nu, maduro e muito sensível agora chora em silêncio para não morrer. Escrito por Alê às 23h18 [ ] Do meu livro ""Relatos..." O Brasil ainda vale à pena...“Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil. E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo- ou de lavar as mãos - antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentesrecebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne. Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal. E tem fila na porta. Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe.Fumam até em elevador.Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseriae qualquer garçom de botequim do Brasil poderia ir pra lá dar aulas de “como conquistar um cliente”.Sabem como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõe suas crenças e cultura. Se for observar, em todo filme americano, a bandeira nacional aparece, geralmente na hora em que o espectador está emotivo.Somos vítimas de vários crimes contra nossa pátria, nossa cultura, nossas crenças, nossa língua. Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar nossas raízes. Escrito por Alê às 16h08 [ ] Fim de semana de sol... Há muito tempo que não passo um fim de semana com sol tão bom quanto esse... Preciso da energia da praia... o sol, o mar a areia... já me disseram que meu espírito faz parte da praia, da natureza... Vou sempre ter que recarregar minhas energias na praia... E fiz isso nesse fim de semana. Pensar na vida é sempre fundamental e eu ando precisando fazer muito isso!!! Preciso repensar a minha missão na Terra. Preciso me reestruturar, me fortalecer, aumentar minha auto-estima e acreditar mais em mim e que tudo na vida passa, é apenas uma questão de tempo. Como eu queria conversar com a minha mãe agora... Te amo!
Escrito por Alê às 18h34 [ ] |
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